{"id":242,"date":"2012-04-25T11:02:54","date_gmt":"2012-04-25T13:02:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontrailhabela.com.br\/noticias\/?p=242"},"modified":"2013-08-14T02:29:12","modified_gmt":"2013-08-14T04:29:12","slug":"ilhabela-e-parametro-para-a-preservacao-da-costa-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrailhabela.com.br\/noticias\/ilhabela-e-parametro-para-a-preservacao-da-costa-brasileira\/","title":{"rendered":"Ilhabela \u00e9 par\u00e2metro para a preserva\u00e7\u00e3o da costa brasileira"},"content":{"rendered":"<p>As preocupa\u00e7\u00f5es com a manuten\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a ecol\u00f3gica da costa brasileira se justificam por sua intensa ocupa\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o desde a coloniza\u00e7\u00e3o. A professora Rozely Ferreira dos Santos, do Departamento de Recursos H\u00eddricos da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp, mant\u00e9m h\u00e1 mais de dez anos linha de pesquisa dedicada ao planejamento de sistemas costeiros atrav\u00e9s da ecologia da paisagem. Bi\u00f3loga de forma\u00e7\u00e3o, com doutorado em ecologia e livre doc\u00eancia em engenharia civil, ela vem orientando trabalhos que visam aprimorar conceitos e metodologias a serem utilizados no planejamento de sistemas costeiros, com o objetivo de encontrar respostas mais sens\u00edveis e que permitam melhor comunica\u00e7\u00e3o com a comunidade.<\/p>\n<p>&#8220;Nossas pesquisas t\u00eam a preocupa\u00e7\u00e3o de desenvolver um estudo acad\u00eamico que conduza a respostas sobre a qualidade ambiental de um territ\u00f3rio e que leve a indicadores de f\u00e1cil compreens\u00e3o pela sociedade, de modo que ela possa estabelecer debates com a academia e outros segmentos sociais. An\u00e1lises essencialmente t\u00e9cnicas n\u00e3o sensibilizam a comunidade. \u00c9 fundamental o di\u00e1logo entre planejador e sociedade em uma linguagem acess\u00edvel ao cidad\u00e3o comum, pois dele depende o sucesso de quaisquer empreitadas envolvendo o meio ambiente. \u00c9 nisso que acreditamos e para isso trabalhamos&#8221;, afirma. As preocupa\u00e7\u00f5es de Rozely se revelam extremamente pertinentes na discuss\u00e3o do novo C\u00f3digo Florestal do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os mais recentes trabalhos orientados pela professora, alguns dos quais com a participa\u00e7\u00e3o do professor S\u00e9rgio Meirelles, da USP, baseiam-se no conceito de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, que correspondem aos benef\u00edcios oferecidos pela natureza e utilizados pelo homem tais como \u00e1gua, alimentos, combust\u00edveis, mat\u00e9rias-primas e todos os recursos fundamentais para a sobreviv\u00eancia humana. Trata-se de um conceito muito utilizado atualmente e pressup\u00f5e uma intera\u00e7\u00e3o din\u00e2mica entre pessoas e ecossistemas, que direta ou indiretamente impulsiona mudan\u00e7as m\u00fatuas.<\/p>\n<p>Nessa perspectiva, a tese orientada pela professora Rozely e desenvolvida pelo ocean\u00f3grafo Guilherme Theodoro Nascimento Pereira de Lima apresenta estudos realizados na Ilha da cidade de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, munic\u00edpio de Ilhabela, que teve como objetivo identificar a rela\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, ao longo de 500 anos, entre as for\u00e7as indutoras das mudan\u00e7as de uso e de ocupa\u00e7\u00e3o da terra e os impactos decorrentes sobre a oferta de alguns servi\u00e7os ecossist\u00eamicos.<\/p>\n<p>O pesquisador investigou, tamb\u00e9m, de que forma a complexidade de uma paisagem e sua trajet\u00f3ria de uso podem refletir na oferta de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. Correlacionando as estruturas da paisagem e a qualidade da \u00e1gua, ele mediu a degrada\u00e7\u00e3o da oferta de tr\u00eas servi\u00e7os ecossist\u00eamicos \u2013 uso da \u00e1gua, controle da eros\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o para a recrea\u00e7\u00e3o \u2013 relacionados aos recursos h\u00eddricos de cinco microbacias de diferentes caracter\u00edsticas dentro de um gradiente de evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3ria da paisagem.<\/p>\n<p>Com efeito, esclarece a docente, a ilha observada por imagem de sat\u00e9lite d\u00e1 a falsa impress\u00e3o de possuir uma floresta boa, cont\u00ednua e uniforme. Na realidade essa floresta resulta de um mosaico que abrange desde \u00e1reas bem preservadas, sem registro de ocupa\u00e7\u00e3o humana, at\u00e9 outras que se recuperaram em diversos tempos ou ainda se recuperam, ou que se alteraram mais recentemente, caracterizando uma din\u00e2mica muito grande entre espa\u00e7os desiguais, de forma que cada fra\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio corresponde a uma realidade hist\u00f3rica.<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong><\/p>\n<p>Diante desse quadro, Guilherme preocupou-se em entender qual seria a melhor forma de fazer o planejamento de \u00e1reas costeiras e desenvolver uma metodologia para avalia\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos relacionados aos recursos h\u00eddricos, \u00e0s for\u00e7as motoras e aos vetores de mudan\u00e7as em uma paisagem costeira. Como a floresta n\u00e3o \u00e9 uniforme e sofreu v\u00e1rias interfer\u00eancias em suas variadas fra\u00e7\u00f5es e chegou mesmo a ser praticamente devastada em algumas delas, emerge uma quest\u00e3o fundamental: quanto em cada fra\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio se perdeu em rela\u00e7\u00e3o aos recursos florestais e h\u00eddricos e como dimensionar essas perdas pela medida dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos? Mais: como as diferentes din\u00e2micas que envolveram a mata interferiram nos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos para quem mora ou frequenta a Ilha? E ainda: como situar esses servi\u00e7os em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria conserva\u00e7\u00e3o ambiental?<\/p>\n<p>A perda de servi\u00e7os pode ser avaliada monetariamente, como tradicionalmente se faz. No caso, o valor monet\u00e1rio est\u00e1 relacionado com o custo, por exemplo, do tratamento da \u00e1gua destinado a torn\u00e1-la utiliz\u00e1vel. No entanto, essa conta pode ser feita de outra forma. Comparando, por exemplo, as \u00e1guas das microbacias nunca utilizadas com as extremamente usadas consegue-se medir o servi\u00e7o perdido ou a dist\u00e2ncia do servi\u00e7o ideal. Esse racioc\u00ednio vale para outros servi\u00e7os ecossist\u00eamicos como o estoque de carbono representado pela biomassa florestal. Essa l\u00f3gica foi utilizada por Guilherme para o desenvolvimento da metodologia, que inova o c\u00e1lculo dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos e sua aplica\u00e7\u00e3o em planejamentos de \u00e1reas costeiras.<br \/>\n<strong><br \/>\nPerda de recursos<\/strong><\/p>\n<p>Para responder mais detalhadamente \u00e0s quest\u00f5es suscitadas por esse trabalho, a bi\u00f3loga Vivian Cristina dos Santos Hackbart prop\u00f4s verificar se a conserva\u00e7\u00e3o de corredores fluviais e suas microbacias hidrogr\u00e1ficas garantem a disponibilidade de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. O trabalho, orientado tamb\u00e9m pela professora Rozely e centrado na mesma regi\u00e3o, deu origem \u00e0 disserta\u00e7\u00e3o de mestrado.<\/p>\n<p>A pesquisadora revela que os recursos h\u00eddricos s\u00e3o bastante sens\u00edveis \u00e0s perturba\u00e7\u00f5es causadas pelas a\u00e7\u00f5es humanas e est\u00e3o significativamente relacionados \u00e0 paisagem. Por isso, acha fundamental estabelecer as rela\u00e7\u00f5es entre gradiente de conserva\u00e7\u00e3o florestal de microbacias hidrogr\u00e1ficas e disponibilidades de servi\u00e7os relacionados ao rio, para ent\u00e3o estabelecer o ponto cr\u00edtico da degrada\u00e7\u00e3o, ou seja, aquele a partir do qual as perdas de servi\u00e7os seriam irrevers\u00edveis.<\/p>\n<p>Na ilha ela procurou entender como funciona a din\u00e2mica nas mesmas cinco microbacias hidrogr\u00e1ficas em diferentes fases de evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica estudadas por Guilherme. O gradiente de fases utilizado pelos pesquisadores descrevem as fases de: urbaniza\u00e7\u00e3o \u2013 \u00e1reas urbanizadas desde o in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o; explora\u00e7\u00e3o \u2013 \u00e1reas de expans\u00e3o da urbaniza\u00e7\u00e3o em per\u00edodos recentes e que foram utilizadas para o plantio de cana e depois caf\u00e9; regenera\u00e7\u00e3o \u2013 \u00e1reas que no passado foram ocupadas por plantios, mas que atualmente apresentam florestas em recupera\u00e7\u00e3o em diferentes est\u00e1gios de sucess\u00e3o evolutiva; conserva\u00e7\u00e3o \u2013 correspondente \u00e0s regi\u00f5es ocupadas no passado, depois abandonadas como campo, e que atualmente se encontram em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o florestal; e preserva\u00e7\u00e3o \u2013 formadas por \u00e1reas sem registro hist\u00f3rico de ocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Enquanto Guilherme trabalhou com essas microbacias inteiras, Vivian dividiu e analisou-as em duas zonas: a jusante e a montante da conta de cem metros, que em geral delimita a ocupa\u00e7\u00e3o humana na ilha. Comparou ent\u00e3o os servi\u00e7os das duas zonas de uma mesma microbacia e correlacionou os dados dentro do gradiente de fases.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de an\u00e1lises de amostras de \u00e1gua coletadas acima e abaixo da cota estabelecida e na foz dos rios, em quatro \u00e9pocas ao longo do ano, foram determinadas as concentra\u00e7\u00f5es de Carbono Org\u00e2nico Total (COT), F\u00f3sforo Total, Nitrog\u00eanio Total Kjeldhal (NTK), Turbidez, Condutividade, S\u00f3lidos Totais e Zinco. A varia\u00e7\u00e3o da quantidade dos elementos qu\u00edmicos selecionados para an\u00e1lise identifica a a\u00e7\u00e3o humana ao longo dos cinco rios e nas diferentes fases de evolu\u00e7\u00e3o de forma a indicar a perda de servi\u00e7os. A ocupa\u00e7\u00e3o humana nas regi\u00f5es mais pr\u00f3ximas \u00e0 orla e suas atividades (dom\u00e9sticas e ligadas ao turismo) podem ser medidas pela eleva\u00e7\u00e3o nas quantidades dos par\u00e2metros analisados, em especial f\u00f3sforo, Zinco, NTK, carbono, turbidez e condutividade. Nas \u00e1reas onde a vegeta\u00e7\u00e3o apresenta um bom estado de conserva\u00e7\u00e3o tanto o NTK quanto o COT est\u00e3o, provavelmente, relacionados \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica originada da floresta. Esse tipo de informa\u00e7\u00e3o que relaciona ocupa\u00e7\u00e3o e qualidade da \u00e1gua \u00e9 de grande import\u00e2ncia, uma vez que apenas 4% do esgoto de Ilhabela \u00e9 coletado e, deste total, apenas 10% s\u00e3o tratados segundo dados da Sabesp (2010) e da Cetesb (2009).<\/p>\n<p>Vivian concluiu que valores inferiores a 70% de cobertura florestal nas bacias hidrogr\u00e1ficas, seja montante ou jusante, geram um ponto cr\u00edtico, em que a degrada\u00e7\u00e3o \u00e9 grandemente acelerada, ocorrendo uma perda de 40% dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos relacionados aos recursos h\u00eddricos. Mais grave, talvez, seja a constata\u00e7\u00e3o de que essas perdas n\u00e3o est\u00e3o ligadas apenas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o dos 30 metros de mata ciliar em cada lado dos fluxos d\u2019\u00e1gua previstos na legisla\u00e7\u00e3o, mas \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da floresta como um todo. Por isso, diz ela: &#8220;Constatamos que a qualidade da \u00e1gua depende n\u00e3o apenas da manuten\u00e7\u00e3o da mata ciliar, mas exige um olhar sobre toda a microbacia para que n\u00e3o ocorra diminui\u00e7\u00e3o t\u00e3o expressiva de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos h\u00eddricos. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que o Parque, que se estende pela maior parte da ilha, cumpre muito bem os objetivos de conservar os recursos h\u00eddricos, para sorte da popula\u00e7\u00e3o&#8221;.<br \/>\n<strong><br \/>\nResultados<\/strong><\/p>\n<p>Um dos objetivos dessa linha de pesquisa \u00e9 o de fornecer subs\u00eddios para auxiliar os planejadores ambientais e contribuir para a tomada de decis\u00f5es dos gestores p\u00fablicos. A professora Rozely enfatiza, entretanto, a import\u00e2ncia de algumas outras contribui\u00e7\u00f5es dos trabalhos. A primeira delas \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o de que quantidade de floresta n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de qualidade, fundamental quando se sabe que no Brasil \u00e1reas de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o definidas com base na quantidade de florestas. A segunda refere-se ao estabelecimento de uma forma de compara\u00e7\u00e3o que possibilita mostrar para a popula\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de um \u00edndice extremamente simples, quanto as interfer\u00eancias humanas ao longo da historia causaram de perdas.<\/p>\n<p>&#8220;O dado n\u00e3o se at\u00e9m a valores monet\u00e1rios, mas mostra a dist\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o original. Se, em uma compara\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, atribuirmos a uma situa\u00e7\u00e3o original o valor um, o eventual 0,2 de hoje permite que o cidad\u00e3o se d\u00ea conta da perda, e isso ajuda no debate com a comunidade&#8221;, afirma ela. A terceira diz respeito \u00e0 caracteriza\u00e7\u00e3o das interfer\u00eancias e \u00e0s press\u00f5es das fronteiras sobre a floresta, nem sempre levada em conta, e que podem determinar sua extin\u00e7\u00e3o inexor\u00e1vel. A quarta, que ela considera o ponto cr\u00edtico, est\u00e1 ligada \u00e0 quantifica\u00e7\u00e3o da perda de servi\u00e7os: &#8220;Perder 40% de um servi\u00e7o ecossist\u00eamico \u00e9 muito dr\u00e1stico para uma popula\u00e7\u00e3o e esse \u00f4nus s\u00f3 pode ser evitado em Ilhabela com a manuten\u00e7\u00e3o de 70%, ou mais, da floresta&#8221;. O estudo mostra que, para essa ilha, com 86% das atividades econ\u00f4micas ligadas ao turismo, a manuten\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os h\u00eddricos e florestais \u00e9 primordial para a sobreviv\u00eancia socioecon\u00f4mica da popula\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p><em>Fonte: Portal Bar\u00e3o Geraldo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As preocupa\u00e7\u00f5es com a manuten\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a ecol\u00f3gica da costa brasileira se justificam por sua intensa ocupa\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o desde a coloniza\u00e7\u00e3o. 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